Revista Comunicação Pública

Call For Papers

O call for papers encontra-se permanentemente aberto. Aceitam-se artigos em Inglês, Espanhol ou Português. As colaborações propostas à Comunicação Pública devem ser enviadas em Microsoft Word e conter um resumo (máximo de 900 caracteres), 5 palavras-chave na língua em que estão escritos e também em Inglês (no caso de o artigo não estar escrito nesta língua) e os dados de identificação do autor (instituição, categoria, elementos de contacto e área de especialização). Os textos completos dos artigos, com bibliografias, anexos e referências não devem exceder 50.000 caracteres, incluindo espaços, notas, bibliografia, quadros, imagens, etc.; os estudos, as notas e as recensões individuais não deverão ultrapassar os 10.000 caracteres.

Para mais informações, consultar as Normas de Publicação e o Modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública.

Os autores individuais ou coletivos dos artigos publicados renunciam aos seus direitos de autor a favor da Comunicação Pública.


Call for papers para a Comunicação Pública n.º 28 (junho de 2020)

Dossiê temático: NOTÍCIAS E PÚBLICOS NA ERA DOS NOVOS MEDIA: PERCEÇÕES E DINÂMICAS DE CONSUMO EM REDE
Editores: Patrícia Silveira (IADE – Universidade Europeia, FCH – Universidade Católica) e Inês Amaral (FL – Universidade de Coimbra)
Línguas: Português; Inglês; Espanhol
Data limite para a submissão de artigos: 10 de fevereiro de 2020

As problemáticas inerentes às dinâmicas de produção, distribuição e consumo de informação de teor noticioso têm sido alvo, nos últimos anos, de inúmeros estudos académicos. Salienta-se, porém, a especial relevância, no presente, de haver uma maior produção científica em matérias que se dediquem a compreender e a analisar os novos panoramas mediáticos e informativos que se desenham em contexto digital, e que subsistem com o analógico, com implicações evidentes quer para os habituais modos de funcionamento das empresas mediáticas e jornalísticas, quer para as práticas de acesso à informação, os usos e as perceções do conceito de “notícia”. É neste contexto que sobressai a proposta para este número temático.
No novo ecossistema mediático, os media têm vindo a generalizar o pressuposto de audiências informadas. A este nível, há várias problemáticas que têm sido objeto de análise no campo do newsmaking que argumentam sobre a aparente potencialidade dos novos media ao nível da promoção de um maior debate público, do incentivo a uma participação política mais consciente e que, em simultâneo, questionam a permanência dos media enquanto gestores privilegiados do espaço público informativo.
Estes assuntos trazem implicações evidentes para o quotidiano dos cidadãos e, em particular, para o das gerações mais jovens, uma vez que se encontram em fase de conhecimento, de aprendizagem e de interpretação do mundo, privilegiando, cada vez mais, as plataformas digitais como meio de acesso às notícias. O quotidiano das novas gerações ocupa-se, hoje, destas ferramentas que transformam as suas formas de estar, de ser, de socializar, e de conhecer o mundo mediato e o imediato (Silveira & Amaral, 2018).
É, pois, no contexto das problemáticas apresentadas, que gostaríamos de propor alguns eixos para análise e discussão, centrando a abordagem no aprofundamento científico em torno das dinâmicas de receção mediática e noticiosa, presentes e futuras, lançando um olhar mais saliente sobre o desenvolvimento e a aquisição de competências de gestão, compreensão e pensamento crítico sobre os media e a atualidade informativa. Consideramos que as pesquisas em torno desta problemática se têm evidenciado, nos últimos anos. Nesta linha, neste número temático, ambicionamos contribuir para um conhecimento mais robusto a partir de investigações e textos académicos que privilegiem o entendimento e a análise científica sobre o modo como os cidadãos, e destes, em particular, a Geração Z, estão a consumir informação por via das plataformas digitais. Adicionalmente, importa saber como estas práticas e, em última análise, como a informação de índole tão diversa com a qual contactam frequentemente (aqui, destacaríamos, por exemplo, as fake news), estão a ter implicações para a sua compreensão do mundo, a consciencialização das questões “sérias” das sociedades, e a participação cívica.
O conhecimento adquirido neste número poderá servir de base para o desenvolvimento e a implementação de estratégias que sejam eficazes na promoção de competências de leitura e de autonomia intelectual face às notícias. No campo da literacia mediática, a literacia para as notícias torna-se bastante relevante hoje devido à propagação de notícias falsas, constituindo-se esta questão como um dos maiores desafios do jornalismo, uma vez que a verdade é colocada em causa e a desinformação é instigada; fatores estes que podem ter sérias repercussões para a sociedade em geral, e para os mais jovens, tendencialmente mais suscetíveis, em particular. Gostaríamos, por isso, de potenciar a discussão em torno das dinâmicas de interação dos públicos, particularmente do segmento das novas gerações, com a atualidade, debruçando um olhar mais analítico sobre as suas perceções e interações com a informação e consumos em rede, considerando, em simultâneo, a implicação de fontes de consumo alternativas, como o Instagram ou o WhatsApp. Posicionar estas novas leituras no quadro global dos estudos sobre a emissão e a receção noticiosa impõe-se, pelo que no presente número ambicionamos contribuir para um debate mais alargado que, face ao panorama descrito, dê também espaço para propostas que desenhem e reforcem estratégias que visem que os cidadãos desenvolvam competências que lhes permitam ser mais críticos face à sua própria visão do mundo e, ao mesmo tempo, à perspetiva do mundo que lhes chega por via dos media, com vista a desenvolverem, em simultâneo, os seus valores cívico-políticos.
Tendo por base as problemáticas apresentadas, este número visa contribuir para o conhecimento científico em torno dos consumos mediáticos informativos, particularmente dos que se desenham em rede, destacando-se os seguintes tópicos para abordagem, embora não se limitando a estes:
• Práticas de consumo noticioso e plataformas digitais
• Novas gerações e literacia para as notícias
Media online e tendências futuras no consumo de informação
• A era das fake news e as competências críticas na análise da informação
• Novos media, engagement e participação cívica
• Narrativas ‘alternativas’ e pós-verdade
• Redes sociais, algoritmos e desinformação
• Literacias críticas

DATAS IMPORTANTES
Abertura da chamada de artigos: 28 de outubro de 2020
Data limite para a submissão de artigos: 10 de fevereiro de 2020
Data limite de envio do parecer final: 30 de abril de 2020
Entrega das versões finais: 15 de maio de 2020
Data de publicação do número: 30 de junho de 2020

Submissão dos artigos:
Os artigos devem ser submetidos, através do Modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública, à Comunicação Pública para o seguinte endereço electrónico cpublica@escs.ipl.pt. No assunto do e-mail deve constar: Dossiê temático 03_NPENM

Aceitam-se artigos em Inglês, Espanhol ou Português. As colaborações propostas à Comunicação Pública devem ser enviadas em Microsoft Word e conter um resumo (máximo de 900 caracteres), 5 palavras-chave na língua em que estão escritos e também em inglês (no caso de o artigo não estar escrito nesta língua) e os dados de identificação do autor (instituição, categoria, elementos de contacto e área de especialização). Os textos completos dos artigos, com anexos e referências, não devem exceder 50.000 caracteres, incluindo espaços, notas, bibliografia, quadros, imagens, etc.; os estudos, notas e recensões individuais não deverão ultrapassar os 10.000 caracteres.

Para mais informações, consultar as Normas de Publicação e o Modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública.

Os autores individuais ou coletivos dos artigos publicados renunciam aos seus direitos de autor a favor da Comunicação Pública.


Call for papers para a Comunicação Pública n.º 27 (dezembro de 2019)

Dossiê temático: A COMUNICAÇÃO OMNICANAL EM TURISMO
Editores: Raquel Barbosa Ribeiro e Filipa Fernandes (Centro de Administração e Políticas Públicas, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade de Lisboa)
Línguas: Português; Inglês; Espanhol
NOVA Data limite para a submissão de artigos: 15 de outubro de 2019

Encontramo-nos na era dos serviços e a comunicação estratégica é determinante para o seu sucesso. Nas últimas décadas, o processo de digitalização da sociedade (Batra & Keller, 2016) influenciou notavelmente a comunicação estratégica.
Apesar da grande ênfase no digital nos meios académicos e profissionais nas mais recentes pesquisas, a interação digital, por si só, é insuficiente para gerar preferência de consumo e a comunicação interpessoal presencial acaba por ser, ainda, um dos grandes fatores de diferenciação entre as marcas (Berman & Thelen, 2018). A comunicação interpessoal é elemento fundamental das trocas relacionais e tem um papel preponderante na redução da incerteza dos consumidores; é ainda importante na construção de um compromisso afetivo, especialmente nos serviços, dada a sua natureza intangível (Walz & Celuch, 2012). O atendimento ao consumidor, em particular, tem sido apontado como uma das características dos serviços que pode decidir a satisfação e o regresso de quem os procura (Alge, Gresham, Heneman, Fox, & McMasters, 2002). Para Kotler et al. (2017), a comunicação multicanal (online ou offline) evoluiu para a comunicação omnicanal (online e offline), para oferecer ao consumidor uma experiência de contacto contínua.
O turismo, setor de atividade em crescimento mundial e nacional, é uma das áreas onde a comunicação omnicanal tem vindo a oferecer mais oportunidades de estudo. As mudanças digitais no turismo trouxeram o crescimento dos influenciadores digitais, do e-wom, dos conteúdos gerados por utilizadores, apoiados em plataformas audiovisuais, redes sociais digitais e comunidades, com efeitos no aumento mundial da procura dos serviços turísticos, concomitantemente com a diminuição da contratação das agências de viagens tradicionais, no que ficou conhecido como processo de “desintermediação” da marcação de serviços (Law, Leung, Leung, & Fong, 2015). Embora muitas previsões tenham sido feitas sobre o desaparecimento da comunicação interpessoal devido ao impacto da Internet, muitos consumidores ainda preferem conversar pessoalmente com um interlocutor especializado sobre os seus planos de viagem e tal acontece porque os benefícios emocionais que o consumidor retira da comunicação interpessoal com o seu agente aumentam o valor percebido da experiência (Terblanche & Taljaard, 2018).
Assim, em turismo, a adoção de realidade virtual nas lojas, a aposta na comunicação online coexiste com a prestação de experiências e atendimento personalizado, com componentes de comunicação verbal e não-verbal, que tem um impacto significativo em termos de retenção, lealdade e resiliência organizacional (Cerdeira, 2015).
Por este motivo, considera-se que a investigação da comunicação omnicanal em turismo pode oferecer potencial de deteção de estratégias e tácticas inovadoras, com benefícios para outras áreas de atividade, com e sem fins lucrativos.

Objetivos e enfoques pretendidos:
• Identificar os agentes, os públicos, os processos e os resultados da comunicação turística – de massas, interpessoal e mediada por computador – em contexto omnicanal;
• Compreender os desenvolvimentos da comunicação turística em contexto omnicanal, com enfoque em: influência digital, atendimento, formação e comunicação relacional;
• Identificar processos de construção de narrativas e discursos turísticos em contexto de comunicação omnicanal;
• Compreender a perceção dos consumidores sobre a comunicação turística omnicanal;
• Estimular o debate sobre a complementaridade da comunicação online e offline, tomando o setor do turismo como referência.

Assim, serão bem acolhidas propostas inscritas nas problemáticas apontadas, fundamentadas numa investigação académico-científica, com destaque para os seguintes tópicos, embora não se limitando a eles em exclusivo:
a) Agentes, públicos, processos e resultados da comunicação turística;
b) Comunicação de massas, interpessoal e mediada por computador em turismo;
c) Comunicação turística em contexto omnicanal;
d) Influência digital, atendimento, formação e comunicação relacional em turismo;
e) Narrativas e discursos turísticos;
f) Complementaridade da comunicação online e offline em turismo.

DATAS IMPORTANTES
Abertura da chamada de artigos: 27 de maio de 2019
Data limite para a submissão de artigos: 15 de outubro de 2019
Data limite de envio do parecer final: 30 de outubro de 2019
Entrega das versões finais: 15 de novembro de 2019
Data de publicação do número: 15 de dezembro de 2019

Submissão dos artigos:
Os artigos devem ser submetidos, através do Modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública, à Comunicação Pública para o seguinte endereço electrónico cpublica@escs.ipl.pt. No assunto do e-mail deve constar: Dossiê temático 01_COT

Aceitam-se artigos em Inglês, Espanhol ou Português. As colaborações propostas à Comunicação Pública devem ser enviadas em Microsoft Word e conter um resumo (máximo de 900 caracteres), 5 palavras-chave na língua em que estão escritos e também em inglês (no caso de o artigo não estar escrito nesta língua) e os dados de identificação do autor (instituição, categoria, elementos de contacto e área de especialização). Os textos completos dos artigos, com anexos e referências, não devem exceder 50.000 caracteres, incluindo espaços, notas, bibliografia, quadros, imagens, etc.; os estudos, notas e recensões individuais não deverão ultrapassar os 10.000 caracteres.

Para mais informações, consultar as Normas de Publicação e o Modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública.

Os autores individuais ou coletivos dos artigos publicados renunciam aos seus direitos de autor a favor da Comunicação Pública.


Call for papers para a Comunicação Pública n.º 27 (dezembro de 2019)

Dossiê temático: DESINFORMAÇÃO, JORNALISMO E MODELOS DE NEGÓCIO
Editores: Suzana Cavaco (FEP, Universidade do Porto)
Línguas: Português; Inglês; Espanhol
NOVA Data limite para a submissão de artigos: 15 de setembro de 2019

O cidadão, para atuar em democracia, precisa de ter acesso a informação relevante verídica e plural. É no direito fundamental a informar e a ser informado que assenta a responsabilidade social da imprensa, um conceito introduzido em 1947 pela Comissão Hutchins.
O jornalista desempenha um papel socialmente institucionalizado de construção da realidade. Trata-se de um “poder simbólico”: um poder “invisível”, “quase mágico”, “de fazer ver e fazer crer, de confirmar ou de transformar a visão do mundo e, deste modo, a ação sobre o mundo, portanto o mundo” (Bourdieu, 1989). Nos anos 90, Bourdieu (1997) criticava os jornalistas por deterem um monopólio de facto dos instrumentos de difusão da informação a grande escala, contra o qual se defrontavam os produtores culturais. Apesar dos produtos media gerarem “enormes” externalidades (Baker, 2004), o campo jornalístico está submetido às exigências do mercado dos leitores e dos anunciantes. Todavia, a baixa autonomia do campo jornalístico (Bourdieu, 1997) acentuou-se no século XXI.
A internet trouxe oportunidades e ameaças. A redução dos custos de produção, distribuição e pesquisa de conteúdos permitiu que mercados de nichos (modelo de negócio de Cauda Longa) rivalizassem com os tradicionais mercados de massa (Anderson, 2007). O empowerment dos indivíduos impulsionado pela conectividade digital (Kolter et al., 2017) conduziu à “autocomunicação de massas” (Castells, 2009). A hiperabundância informativa baixou o valor de troca do jornalismo. O comportamento do cibernauta, hoje, carateriza-se pela relutância ao consumo pago de informação jornalística online e pelo uso de bloqueadores de publicidade. A atenção é um dos recursos mais escassos da atualidade.
Em simultâneo, os populismos políticos, que prosperam na lógica da ação conetiva, acusam os jornalistas de pertencerem a uma elite inimiga do povo (Engesser et al., 2017). Hoje, ainda antes da potencial e perigosa banalização das deepfake, qualquer indivíduo pode se tornar num poderoso espião ou soldado ao serviço de ideias mais ou menos obscuras. Assistimos a uma “poluição informativa” à escala global tendo em vista gerar confusão e desconfiança (Wardle & Derakhshan, 2016). A desinformação que o meio online favorece e potencia prospera na atual terra fértil da pós-verdade.
Nesta crescente desintermediação do jornalismo, surgem géneros híbridos que navegam entre a forma jornalística e os objetivos de promoção de marketing, numa diluição de fronteiras que atinge a perceção do valor de uso do jornalismo.
Após 125 anos do 1.º Congresso Internacional de Imprensa, realizado em Antuérpia em 1894, em que se discutiu o que é ser jornalista; e atendendo ao papel crucial da formação em jornalismo (Fengler et al., 2014), impõem-se algumas questões importantes: Que competências profissionais explorar/reforçar na formação do jornalista? Como o jornalismo e/ou media jornalísticos têm reagido/deveriam reagir face aos desafios da desinformação? Que tipo de conteúdos privilegiar? Que modelos de negócio? Que políticas de comunicação?
O presente número temático propõe-se debater estas e outras questões. Está aberto a propostas que se enquadrem nos seguintes tópicos, tendo em atenção a sustentabilidade económica do jornalismo e o ideal funcionamento da democracia:
1. Jornalista e suas competências técnicas e deontológicas
a. Formar jornalistas para os desafios tecnológicos
b. Velhas e novas questões deontológicas
c. Fronteiras do jornalismo
2. Postura dos jornalistas e/ou dos media noticiosos
a. Jornalismo em tempo de desinformação e pós-verdade
b. Rotinas jornalísticas e a adequada utilização dos recursos
c. Mecanismos de responsabilização dos media
3. Modelos de negócio em jornalismo
a. Sustentabilidade económica do jornalismo
b. Jornalismo e plataformas digitais de distribuição de conteúdos
c. Problemática dos conteúdos patrocinados
d. Clickbait, publicidade intrusiva e ad blockers
e. Precariedade e condições laborais
4. Políticas de comunicação
a. Regulação e desinformação
b. Políticas de incentivo/apoio ao consumo jornalístico
c. Serviço público e pluralismo mediático

DATAS IMPORTANTES
Abertura da chamada de artigos: 29 de maio de 2019
Data limite para a submissão de artigos: 15 de setembro de 2019
Data limite de envio do parecer final: 30 de outubro de 2019
Entrega das versões finais: 15 de novembro de 2019
Data de publicação do número: 15 de dezembro de 2019

Submissão dos artigos:
Os artigos devem ser submetidos, através do Modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública, à Comunicação Pública para o seguinte endereço electrónico cpublica@escs.ipl.pt. No assunto do e-mail deve constar: Dossiê temático 02_DJMN

Aceitam-se artigos em Inglês, Espanhol ou Português. As colaborações propostas à Comunicação Pública devem ser enviadas em Microsoft Word e conter um resumo (máximo de 900 caracteres), 5 palavras-chave na língua em que estão escritos e também em inglês (no caso de o artigo não estar escrito nesta língua) e os dados de identificação do autor (instituição, categoria, elementos de contacto e área de especialização). Os textos completos dos artigos, com anexos e referências, não devem exceder 50.000 caracteres, incluindo espaços, notas, bibliografia, quadros, imagens, etc.; os estudos, notas e recensões individuais não deverão ultrapassar os 10.000 caracteres.

Para mais informações, consultar as Normas de Publicação e o Modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública.

Os autores individuais ou coletivos dos artigos publicados renunciam aos seus direitos de autor a favor da Comunicação Pública.