Uma aventura completa

Publicado: 18 maio 2020

Os mestres da ESCS falam sobre a sua experiência académica e as mais-valias dos cursos. Neste artigo, conheça o testemunho de Lurdes Gomes e Leite, mestre em Jornalismo.


A 2.ª fase de candidaturas ao mestrado em Jornalismo, para o ano letivo 2020-2021, decorre entre 3 de agosto e 2 de setembro.


Lurdes Gomes e Leite é mestre em Jornalismo.
Fotografia gentilmente cedida por Lurdes Gomes e Leite

Depois de uma licenciatura em Comunicação Social, Lurdes Gomes e Leite decidiu prosseguir os seus estudos, no mestrado em Jornalismo. “Para mim, a ESCS é a referência na formação em Comunicação, devido ao nível do quadro docente que possui e às condições de ensino que proporciona”, considera. Por isso, na altura de voltar a estudar, não hesitou em fazê-lo “com quem gosta [da] área” e conhece as temáticas. A antiga estudante é, hoje, apresentadora e editora de conteúdos, na TVM – Televisão de Moçambique, o seu país de origem.

Lurdes considera-se “uma mulher com sorte”, por ter tido, na ESCS, a oportunidade de conhecer e trabalhar com docentes que a “inspiraram, enriqueceram e deram a segurança” que, muitas vezes, precisou para fundamentar as suas ideias. Neste sentido, acredita que acaba esta etapa da sua vida “muito mais forte e com confiança para abraçar qualquer desafio profissional”. A escsiana refere que conciliou o curso com uma gravidez, enquanto cuidava de uma filha. “Ainda hoje me pergunto como fui capaz de ler, ler e ler, escrever, escrever e escrever, corrigir, corrigir e corrigir”, lembra. Por isso, afirma ter sido “uma aventura completa”. “E foi como se estivesse a estudar pela primeira vez na vida, tal a riqueza da experiência”, assegura.

Para concluir o curso, Lurdes apresentou uma dissertação de mestrado, intitulada “O jornalismo no processo de democratização de Moçambique: continuidade ou ruptura?”. O trabalho teve como objetivo “conhecer o tipo de jornalismo que é feito em Moçambique, fazendo uma análise do seu percurso, desde o período pós-independência, passando pela transição do regime monopartidário para a democracia, até à atualidade”.

A antiga estudante considera, agora, que o respeito e a confiança que já eram transmitidos pelos seus colegas e pela empresa onde trabalha “aumentaram significativamente”. Por isso, aconselha o mestrado em Jornalismo, “pela instituição e pelos professores”, dos quais destaca a sua orientadora de trabalho final, a Prof.ª Doutora Júlia Leitão de Barros. “A minha relação com [a docente] foi uma verdadeira bênção. [É] uma amiga para a vida”, afirma.


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