Um bom desafio

Publicado: 11 junho 2019

Em período de candidaturas, os diplomados da ESCS falam sobre a sua experiência de mestrado e as mais-valias dos cursos. Neste artigo, conheça o testemunho de Patrícia Pires, mestre em Audiovisual e Multimédia.

A primeira fase de candidaturas decorre até ao dia 8 de julho.

Patrícia Pires é mestre em Audiovisual e Multimédia e trabalha como Consultora de Comunicação, na PrimeIT.
Fotografia: Gabcom (Serviço de Comunicação da ESCS)

Quando ingressou no Ensino Superior, Patrícia Pires optou por uma licenciatura em Biologia. Ao longo do curso, envolveu-se em várias ações de voluntariado ao nível da Comunicação. A partir daí, começou a desenvolver um gosto pela área, que aprofundou, primeiro, com um mestrado em Comunicação de Ciência e, depois, com um segundo, em Audiovisual e Multimédia (AM), na ESCS. Patricia é, atualmente, Consultora de Comunicação, na PrimeIT.

A antiga estudante conta que, quando começou a trabalhar em gabinetes de comunicação, sentiu que lhe faltavam bases em áreas como design, programação e infografia, o que a levou a ingressar no mestrado em AM. Na ESCS, Patrícia conseguiu colmatar essas lacunas, destacando o corpo docente, a exigência do curso e a preparação que este dá para o mercado de trabalho. “Acho que o mestrado é bastante completo”, considera.

“Creating an infographic to explain a scientific concept” foi o nome do seu trabalho de projeto, que consistiu na criação de uma infografia para explicar os observatórios de cidadãos, “um conceito científico que está agora a crescer” e cujo sucesso “depende muito da participação de voluntários”. Ao contrário do que costuma acontecer, a jovem decidiu redigir o seu trabalho final em inglês, de forma a “alcançar um maior número de pessoas” e a “dar uma mais-valia ao mundo académico e, até, à sociedade”. “Foi um bom desafio, para mim”, conta.

A mestre defende que o mestrado em Audiovisual e Multimédia permitiu que abrisse os seus horizontes, por ter tido contacto com “diversas áreas que se interligam”. Realça, ainda, o corpo docente, composto por professores “impecáveis”, dos quais destaca os seus orientadores: Filipe Montargil e Cátia Mendonça. “Não poderia ter escolhido melhor”, assegura. Patrícia Pires recebeu o Prémio Anual “Melhor Aluno Finalista”, referente ao ano letivo 2017/2018, por ter obtido uma média final de 16,9 valores.