Estudantes de RPCE participam no primeiro GlobCom digital

Publicado: 17 julho 2020

Devido ao atual contexto de pandemia, o GlobCom 2020 realizou-se em formato online. A grande final foi transmitida, em direto, via Facebook, para todo o mundo.

Em 2020, o GlobCom tinha como destino a Universidade de Vilnius, na Lituânia. Contudo, a pandemia SARS-CoV-2 obrigou a uma migração para o meio digital. Nos dias 27 e 29 de maio, estudantes, docentes e profissionais de Relações Públicas (RP) dos quatro cantos do mundo juntaram-se, via plataforma online Zoom, para participarem naquela que é a maior iniciativa académica internacional da área de Relações Públicas e Comunicação Estratégica. A grande final foi transmitida, em direto, a partir da página de Facebook do simpósio global.

Em 2020, o simpósio internacional GlobCom decorreu via plataforma Zoom.
Fotografia: Gabcom (Serviço de Comunicação da ESCS)

Esta edição do GlobCom reuniu mais de 100 participantes oriundos de 16 instituições de Ensino Superior de todo o mundo. Vinte e um estudantes da licenciatura em Relações Públicas e Comunicação Empresarial (RPCE) colaboraram nas equipas virtuais, sendo que as escsianas Beatriz Cordeiro e Catarina Pontes fizeram parte do grupo vencedor. Os docentes Nuno da Silva Jorge e Vanessa Andrade, que integraram a organização do evento, explicam que este foi “uma autêntica prova de adaptação à conjuntura de saúde mundial”. É de salientar que a ESCS é a única representante nacional do simpósio.

Desenvolver a “marca” Lituânia

Durante um semestre, nove equipas internacionais desenvolveram uma proposta de comunicação, com vista ao desenvolvimento da “marca” Lituânia a uma escala global. A 27 de maio, após a apresentação dos trabalhos, foram apurados três grupos finalistas, que voltaram a defender os projetos, no dia seguinte, na grande final.

A escsiana Beatriz Cordeiro fez parte da equipa vencedora do GlobCom 2020.
Fotografia gentilmente cedida por Beatriz Cordeiro

Beatriz Cordeiro, estudante do 2.º ano de RPCE, fez parte da equipa vencedora. A jovem considera que o evento resultou numa experiência “interessante e desafiante”. “Trabalhar com pessoas tão diferentes e de culturas tão distintas nem sempre foi fácil (…) Ainda assim, apesar de todos os contratempos, conseguimos unir-nos e entregar um trabalho e uma apresentação bastante bons, que nos permitiram chegar à vitória”, explica. A escsiana refere que este desafio lhe proporcionou aprendizagens ao nível do projeto que desenvolveu e do trabalho em equipa. Contudo, considera que, no final, “ficou a faltar” aquilo que os estudantes mais ansiavam: “a viagem à capital da Lituânia e a oportunidade de apresentar o trabalho presencialmente ao júri”. De forma a colmatar a falta desta experiência, está previsto um summer camp, em Vilnius, para a última semana de agosto.